quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Imprensa: «A Fraude Inocente»

A Fraude Inocente
O crescimento das grandes empresas e o futuro da democracia

«“Uma comunidade funcional liberal nos Estados Unidos, social-democrata ou socialista na Europa e no Japão, sujeita a economia e outros sectores à perspectiva do bem comum. Reside aqui um grande erro. Aquilo que se apresenta como um bem comum pode reflectir apenas uma tendência normal para uma expressão e acção em benefício próprio”.
Esta é uma das muitas frases perspicazes desta curta obra de Galbraith, um dos mais respeitados economistas do século XX, que neste livro apresenta a diferença que existe entre percepção e realidade do sistema económico (sobretudo norte-americano). “O que prevalece na vida real não é a realidade, mas a tendência do momento e o interesse financeiro”, diz. Conhecido por “não ter papas na língua”, este economista, que tem o poder de nos envolver nas suas palabras, apresenta a aparente contradição (“Como pode a fraude ser inocente?”) do actual sistema económico afirmando que “o papel da empresa na socidade é um exemplo gritante da fraude inocente”.
De leitura fluente esta obra, que foi a última das 40 obras de Galbraith (1908-2006), destaca-se por ser inteligentemente afirmativa e por colocar em cima da mesa um tema quente: o papel das empresas e dos gestores na economia moderna. De destacar que ao lermos este livro sentimos que o pensamento que deu origem a estas palavras é um produto de muita pesquisa, estudos e vivência.»
AICEP Portugal Global, Janeiro de 2011

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Destaque: O Que Faria o Google

«O livro de Jeff Jarvis propõe-se a ser um guia para o período "DG" - ou seja, "Depois do Google". O autor analisa a evolução da empresa que ficará para a história mundial como uma das que mais cresceu em menos tempo. Jeff Jarvis disseca o modelo de gestão da Google aplicando-a a várias áreas e a outras empresas. Nessa reflexão original, o autor dá o exemplo de uma eventual Google Cola - que seria adaptado à medida do cliente (com mais ou menos açúcar, mais ou menos gás); ou de um Googlemóvel - uma eventual marca de automóvel que ouviria as necessidades dos clientes para a elaboração de novos modelos. Ou seja, O Que Faria o Google, ou por outras palavras, a "fórmula" Google aplicada a outros sectores onde a própria Google não está presente - pelo menos por enquanto.»
Negócios & Franchising, Novembro 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Novidades de Outubro

As Rãs Que Pensavam que Eram Peixes
Como Usar os Seus Talentos para Projectar o Futuro e Desfrutar do Presente

Cristiano Ghibaudo


No Charco Tranquilo, tudo é… tranquilo, mas Lara é uma rã em busca de sentido e decide não se limitar, como as outras rãs, a uma vida acomodada. Parte à aventura e descobre que o talento e os sonhos andam de mão em mão.

«Eis um excelente livro para o ajudar a “sair do charco” e dar o salto necessário para realizar até os seus sonhos mais ambiciosos.» – Elle

«Uma fábula simples, profunda e com muito para ensinar.» – La Stampa

Clima óptimo, comida abundante, ausência de predadores famintos: o Charco Tranquilo parece ser o sítio ideal para uma rã viver. As rãs deste charco vivem tão bem que chegaram ao ponto de acreditar que são peixes! Mas a jovem Lara não se deixa convencer pela filosofia de «gozar e deixar andar» que prevalece no charco; uma inquietação interior leva-a a questionar o próprio sentido da vida. Decide então fazer algo inédito: abandonar o charco e partir à descoberta do mundo. Assim, inicia uma viagem que a levará ao encontro de amigos, obstáculos, aliados e também inimigos; descobre coisas novas, comete erros e, sobretudo, aprende – a dar saltos cada vez maiores, a ultrapassar as fronteiras das suas limitações e a não renunciar aos sonhos, aconteça o que acontecer.

Sobre o autor:
Cristiano Ghibaudo é consultor e formador. Desenvolve projectos na área do crescimento empresarial, da formação e da valorização de recursos humanos. Após o sucesso internacional de As Rãs Que Pensavam Que Eram Peixes, desenvolveu o Método Laura, um instrumento de formação baseado na fábula deste livro que procura desenvolver as competências pessoais (soft skills) para incrementar o valor individual no mercado de trabalho.

http://www.ilmetodolara.com/


ISBN: 978-989-811-555-3; 136 pág.; € 15,90
Lançamento: 1 de Outubro

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Imprensa - "O Que Faria o Google?"

«Jeff Jarvis, o autor, está ligado à indústria dos media há muitos anos. Foi crítico de televisão em publicações americanas importantes, mas depois iniciou o blogue "buzzmachine" onde falava sobre os novos meios de comunicação e nas suas opiniões sobre o tema. Aos poucos, foi conhecendo e transitando para a "nova" economia, sociedade, atitude e organização, baseadas na web e novas plataformas. Importa reflectir sobre o percurso de Jarvis, já que espelha a compreensão de um novo paradigma e a transição que, na sua opinião, todos devem efectuar.
À boleia da Google (e do que a empresa representa em termos de mudança de paradigmas e de negócio) o autor pretende mostrar como o mundo está diferente, sobretudo nos negócios e na relação entre as empresas e os clientes. Apresenta-nos os casos de maior sucesso da economia digital, como a Google, Facebook, Amazon, Wikipedia e o Digg e coloca-nos o desafio: "como estes disruptores fariam" perante uns problemas, desafio ou decisão?
O livro está organizado em duas partes principais. Na primeira, "Regras da Google", descreve-se o "novo" Mundo, enquadrando-o na forma de actuação da Google. Na segunda parte, "Se a Google dominasse o Mundo" especula-se sobre a evolução de uma série de sectores que ainda não sofreram completamente a influência da Google Way.
"O Que Faria o Google?" acaba por ser uma boa descrição das alterações que ocorreram nos últimos 10 anos e que deram origem à "Nova Economia" e aí reside grande parte do seu valor.
Apesar das tentativas, é um livro mais retrospectivo do que "forward thinking" e tem já algumas concepções um pouco datadas. O maior defeito da obra é ser algo extensa, o que dificulta encontrar as pérolas, que apesar de existirem estão camufladas no "vício" literário de cumprir mais de 200 páginas, como se a mensagem se medisse ao quilo.
Trata-se de um bom livro, e merecem destaque algumas mensagens importantes: o poder das redes, ser plataforma, o papel da confiança, como aumentar a notoriedade e, o mais importante, a necessidade de decidir e perceber em que negócio se está.»

Jornal de Negócios, 10 de Agosto, 2010

Imprensa - "A Arte de Inventar Profissões"

«O conselho vem do autor do livro "A Arte de Inventar Profissões". Sergio Bulat, 44 anos, é advogado com especialização em resolução de conflitos, mestre em jornalismo e actualmente trabalha na área editorial, como escritor, editor e coach literário (profissão que o próprio inventou). Inspire-se nesta arte, que poderá vir a ser a grande competência profissional do futuro.

Invente a sua profissão!

Está cansado da sua profissão? O livro "A Arte de Inventar Profissões" tenciona inspirar todos os trabalhadores - jovens recém-formados, profissionais em processo de transição ou reformados que queiram continuar a trabalhar - a destacarem-se no mundo profissional, potenciando as suas capacidades diferenciadoras.

Para além de possivelmente gerar emprego e oferecer uma fonte de satisfação pessoal, pode ser considerada uma estratégia de sobrevivência no futuro. Num mercado laboral marcado pela crise e pela constante mudança, só os mais criativos sobrevivem. Contudo, como conta o autor do livro: «Hoje em dia fala-se muito de instabilidade e precariedade, e muito pouco de renovação e criação.»
A ideia de entrar numa empresa enquanto jovem e continuar a trabalhar nela até à reforma já há muito que deixou de fazer qualquer sentido. Hoje em dia, verifica-se que os profissionais de maior sucesso são aqueles que souberam aproveitar oportunidades através de ocupações, especializações ou profissões únicas.

Qual a estratégia que propõe para nos destacarmos no mundo profissional?
A principal é alcançar algo que nos diferencie, que dê um valor extra à actividade que exercemos, algo que dificilmente possa oferecer outro colaborador.

Inventar uma profissão com que objectivos?
Para ter uma maior satisfação, rendimento e estabilidade laboral.

Na prática, falamos de empreendedorismo?
Não necessariamente. Quer trabalhemos por conta própria ou de outrem, sempre poderemos acrescentar mais valor à actividade. Valor que para além de nos dar satisfação, também nos recompensa financeiramente.

Como se pode rende a criatividade?
O principal é procurar novos horizontes e ideias. É difícil ser criativo se estivermos fechados e a conviver sempre com os mesmos assuntos. Há que experienciar coisas distintas.

Que sugestões dá na arte de inventar uma profissão? O que é realmente importante na construção de uma profissão?
O mais importante é descobrir qual o valor que podemos acrescentar a um trabalho. Muitas vezes o melhor é criar profissões híbridas.

É coach literário, profissão que inventou. Como lhe surgiu essa ideia?
Tinha experiência em técnicas de coaching e mediação, enquanto advogado. Desta forma, ao trabalhar no sector editorial, vi que não existia ninguém que aplicasse essas técnicas a novos escritores, e que este era um valor que podia fazer chegar às pessoas interessadas em escrever.

Esta tendência no sector laboral dá importância a que tipo de pessoas?
Creio que o sector laboral necessita, cada vez mais, de pessoas capazes de realizar muitas tarefas e que propõem soluções criativas. Em suma, que contribuam com mais do que se pede.

Quais as características pessoas para se sobressair neste mundo do trabalho?
Não há características especiais. O que se requer é a vontade e a atitude de não nos limitarmos a fazer o que nos ordenam, mas sim ir um passo mais à frente e comportar algum valor pessoal que tornará mais gratificante o trabalho para o colaborador e mais eficiente e rentável para o empregador.

O que podemos esperar do futuro laboral?
Mudanças constantes. Ficar quieto já não é uma opção, já que na prática pode implicar um retrocesso.

Quais as principais ideias e casos que partilha no "A Arte de Inventar Profissões"?
É importante termos noção dos nossos talentos e valores pessoais, e ter suficiente atitude e espírito para aplicá-los em algo concreto. O livro está cheio de exemplos de pessoas que encontraram o seu ponto de diferenciação.»

HR - Human Resources, Agosto, 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Novidades de Setembro


Pense como Um Campeão
Uma Educação Informal para os Negócios e para a Vida

Donald J. Trump com Meredith McIver

«A sabedoria de Donald não tem preço – este é o livro certo na altura certa.»
– Robert Kiyosaki, autor de Pai Rico, Pai Pobre

Será possível criar a verdadeira mudança, a nível local e global? Qual o futuro da economia de mercado tal como a conhecemos? Como podemos treinar e moldar os nossos pensamentos para atingir o sucesso? Qual a importância do «alfabetismo financeiro»? Qual a verdadeira relação entre a inovação e o empreendedorismo? Que papel têm a imaginação, a perspectiva e a visão no sucesso empresarial – e no bem-estar pessoal? Como podemos dar sentido aos nossos objectivos de vida?
Estas são apenas algumas das questões abordadas ao longo das páginas deste livro, num estilo inspirador, original e com toques de humor, que farão com que realmente Pense como Um Campeão!

Sobre o autor:
Um dos magnatas mais conhecidos de sempre e uma lenda viva no mundo dos negócios, Donald Trump não precisa de apresentações. Formou-se na Wharton School of Finance e enquanto empreendedor imobiliário foi responsável pela criação de espaços tão famosos quanto a Trump Tower na Quinta Avenida, o clube Mar-a-Lago em Palm Beach e a Palm Trump International Hotel and Tower, no Dubai. É autor de mais de 17 best-sellers internacionais sobre investimento, gestão e automotivação, e recentemente foi galardoado com dois prémios Emmy pelo seu papel como produtor e apresentador do conhecido concurso televisivo The Apprentice.
http://www.trump.com/

ISBN: 978-989-811-551-5; 168 pág.; € 16,50
Lançamento: 10 de Setembro

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Imprensa: "A Arte de Inventar Profissões"

«Reinventar aptidões


Num mundo em constante mutação, Sergio Bulat revela, num pequeno livro, algumas dicas preciosas para quem procura mudar de ofício ou para quem, simplesmente, se encontra insatisfeito com a sua actual função.

No actual cenário de crise são muitas as pessoas que, diariamente, perdem os seus postos de trabalho. Enquanto uns tentam encontrar uma função semelhante àquela que desempenhavam numa outra empresa, outros aventuram-se na criação do seu próprio emprego. Algumas destas pessoas chegam inclusivamente à conclusão que andaram durante anos a batalhar por uma carreira que, afinal, não fazia assim tanto sentido, e descobrem que têm vocação para desenvolver funções completamente diferentes. O livro A Arte de Inventar Profissões, de Sergio Bulat, um advogado com master em Jornalismo, destina-se não só a quem enfrenta o drama do desemprego, mas também a todos os que se encontram desiludidos com a profissão que exercem. O autor acredita que inventar um novo ofício permite “não só desenvolver todo o nosso potencial, como também pode ser uma das poucas estratégias de sobrevivência laboral no futuro”.

Da teoria à prática
Na primeira parte desta obra é desenvolvida uma teoria, suportada por especialistas, que aponta que, por volta do final da primeira década do século XXI, uma em cada três empresas perderá autonomia, quer por ter caído na falência quer por ter sido absorvida por outra, mas também porque poderá passar a redefinir o seu core business. Analisando o actual mercado de trabalho, Bulat sustenta que grande parte dos trabalhadores está insegura, uma vez que não têm estabilidade laboral, nem promoção na carreira, nem aumentos salariais garantidos. Mas há mais, segundo um estudo norte-americano, os trabalhadores sofrem de stress, descontentamente, desmotivação e sentem deslealdade por parte dos seus companheiros.
O autor analisa ainda a situação dos jovens nas sociedades contemporâneas que enfrentam todos estes dilemas e que, grande parte das vezes, nem 1000 euros auferem por mês. Após traçar esta realidade, o escritor apresenta as vantagens da criação de uma nova profissão, entre as quais está a satisfação pessoal e o prazer que se sente perante a total independência a nível laboral. Também ele inventou uma das profissões que actualmente exerce, a de coach literário, que exerce a par da escrita. A terminar são desvendadas algumas dicas para se alcançar uma profissão com futuro, sob o lema de Coco Chanel: “Para se ser insusbtituível, tem de se ser diferente".»
Elite Negócios, Junho de 2010